terça-feira, 11 de outubro de 2011

será o começo da revolução?





este é um dia histórico, este movimento se reuniu porque as pessoas queriam que acontecesse, não por causa de um líder, não por causa de uma organização pagando suas mensalidades, mas porque o povo quer. eu amo o jogral e vou dizer porquê: porque esta não é apenas a minha voz ou a voz dele ou a voz dela. são todas as nossas vozes. vamos manter o movimento assim. não deixem que os políticos ... este movimento. cada um de vocês aqui representa 100 mil americanos que não puderam estar aqui hoje, mas estão felizes que vocês estejam aqui, e eles vão estar nas suas cidades. o movimento de ocupação está em toda a parte. ocupar! em toda parte!

os homens nos altos desses prédios, especialmente você, Goldman ... são responsáveis por arruinar as vidas de milhões de pessoas, centenas de milhões de pessoas nesse planeta. alguém da imprensa acabou de me perguntar quem organizou isso?, eu disse apontando para o alto dos prédios: eles organizaram isso!

eles pegaram suas botas e colocaram no pescoço dos americanos e agora os americanos querem que a bota seja retirada. agora! não no próximo ano. agora! nós já suportamos bastante. chega! a palavra mais suja na america corporativa é 'suficiente'. eles nunca têm o suficiente. eles não estam satisfeitos sendo podres de rico.eles queriam ser algo maior do que podres de ricos e é isso que eles conseguiram.eles podem ter roubado trilhões de dólares, mas nós estamos aqui para dizer que nós queremos esse dinheiro de volta. quando nós queremos o dinheiro de volta? quando nós queremos o dinheiro?

eles extrapolaram. é ruim que eles não ficaram satisfeitos com todos os bilhões que juntaram.mas, como viciados, eles tinham que ter mais. eles estão foram de controle. eles um problema de dependência à ganância e nós estamos aqui para fazer uma intervenção.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O 11 de setembro e o 20 de março





São Paulo (SP) - Não bastasse tudo que a imprensa mundial, nas suas diversas modalidades, publicou nos últimos quinze dias sobre a "epopéia do 11 de setembro norte-americano", eis que venho eu acrescentar a minha participação nesse explorado e saturado tema. Porém, pretendo fazê-lo de forma diferente, mesmo porque não consigo conter o ímpeto para tanto.
Todos os americanos sabem o que a data de 11 de setembro passou a representar na história dos EUA, assim como também o sabe boa parte do resto do mundo. Aliás, a mídia comandada por Tio Sam é pródiga em divulgar essa data, tanto quanto costuma divulgar o "Independence Day", o "Dia de Ação de Graças" e o "Halloween", muito conhecidas pelos povos de outros países, mais, até, que as datas históricas das suas respectivas nações. A poderosa indústria cinematográfica norte-americana tem uma grande parcela de colaboração naquelas divulgações, tão grande que, inclusive as cerimônias públicas norte-americanas, fúnebres, ou festivas, levam um toque das produções de Hollywood.
Lá estavam os atuais Presidente e Vice-Presidente, bem como ex-Presidentes, com suas esposas, atrás de vidros blindados, homenageando as vítimas do suposto atentado terrorista, tendo como cenário um deslumbrante espelho d`água, cercado de uma planilha de bronze, onde foi gravado o nome de pouco mais de três mil "heróis".  Obviamente, nenhum americano ali presente, salvo um ou outro que se encontravam nos palanques, saberia responder o que o 20 de Março pode significar para si, ou para terceiros. 
Pois bem, o 20 de Março nada mais  é que o 11 de Setembro dos iraquianos. Trata-se do dia e mês, do ano de 2003, em que se iniciou um cruel, brutal, covarde e imotivado atentado praticado pelo terrorismo "oficial", que usa paletó e gravata, barbeia-se diariamente, tem seus atos aprovados formalmente por um Congresso legalmente constituído e dorme com a Bíblia na cabeceira da cama. Ou, se se preferir, porta o Livro Sagrado na mão esquerda e um Smith Wesson/38 na mão direita. Esse ato terrorista, de caráter permanente, ainda em andamento, simplesmente devastou um país.
Não se viu nenhum representante da mídia no local de Bagdá, onde se encontrava a estátua do "ditador" Saddam Hussein, dizendo que ali será colocado um enorme espelho de cristal, a fim de reproduzir a vergonha na cara, que os invasores devessem ter, ao postarem-se na sua frente. Nem imaginar escrever o nome de centenas de milhares de vítimas do atentado, meramente por falta de espaço. Nenhuma entrevista com os sobreviventes, que perderam maridos, esposas e filhos, quanto ao futuro que os aguarda e à expectativa de vida. Nenhuma palavra sobre a provável, se possível, reconstrução do Museu Mesopotâmico, patrimônio histórico da humanidade, que os vândalos destruíram.
Fossem as autoridades públicas norte-americanas portadoras de um mínimo de decência, teriam enviado, no 11 de Setembro, uma delegação ao Iraque, composta de congressistas, sob o comando do Vice-Presidente Executivo, para pedir desculpas à população daquela nação e assumir, solenemente, o compromisso de reerguer o país, fazendo, desde logo, a entrega da primeira parcela de substancial numerário destinado àquela finalidade. Quem sabe, assim, a mídia mundial se fizesse presente, dando destaque ao "gesto de humildade e de solidariedade das vítimas privilegiadas às suas vítimas carentes".
Pensando bem, convenhamos, isso não seria possível. Afinal, o Iraque não dispõe de um cenário compatível para desempenho de atores de tamanha grandeza, apesar de coadjuvantes. O que dizer, então, dos figurantes ? Mulheres usando "burka", sem mostrar o rosto, homens sujos, barbudos e, o que seria mais inconveniente, não sabendo falar inglês.
Ainda não perdi a esperança de ver os genocidas George W. Bush e Donald Rumsfeld sentados no banco dos réus do Tribunal Penal Internacional, embora ambos merecessem um julgamento encomendado, como fizeram com Saddam Hussein, diante de uma corte de araque.
"The show must go on" !
Romeu Prisco
fonte: http://www.diretodaredacao.com/noticia/o-11-de-setembro-e-o-20-de-marco

domingo, 9 de outubro de 2011

O Banco dos Bancos





The Fed (Banco Central Americano)


Um banco central é uma entidade independente ou ligada ao Estado cuja função é gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro como um todo. Além disso tem como objetivo definir as políticas monetárias (taxa de juros e câmbio, entre outras) e aquelas que regulamentam o sistema financeiro local. O banco faz isso interferindo mais ou menos no mercado financeiro, vendendo papéis do tesouro, regulando juros e avaliando os riscos econômicos para o país.



Banco Central Europeu

O primeiro banco central de que se tem notícia foi o Banco da Inglaterra. Ele surgiu em 1694 como uma sociedade anônima privada. Como contrapartida de empréstimos para financiar a guerra contra a França o Rei William de Orange concedeu ao banco o monopólio de emissão de moeda na região de Londres, dando-lhe assim duas das funções clássicas de um banco central: Era banqueiro do governo e também detinha monopólio de emissão (apesar de restrito).
Devido ao grande prestigio e confiabilidade alcançados pelo Banco da Inglaterra, os outros bancos começaram a a prática de ali manter depósitos e garantias. Nos séculos XVIII e XIX houve uma proliferação de pequenos bancos rurais na Inglaterra, que para evitar quebras e crises de confiança, mantinham depósitos de garantia nos grandes bancos de Londres, que por sua vez mantinham seus depósitos de garantia no Banco da Inglaterra. Com isso ele se destacou com o eixo do sistema bancário inglês. Por volta de meados do século XIX o Banco da Inglaterra começou a fazer liquidações de saldos entre os depósitos que os outros bancos mantinham junto a ele, criando as bases dos sistemas de compensação bancária e assumindo enfim o terceiro papel tradicional de um banco central: o de Banco dos Bancos.
Seguiu-se que ele era o único banco habilitado a servir como prestamista de última instância quando surgiam crises no sistema financeiro, evitando assim a reação em cadeia provocada pelas falências bancárias e as crises de confiança. Assim, assumia também o mais este dentre os papéis clássicos.
Em 1946 a sua importância para o sistema financeiro da Inglaterra foi finalmente reconhecida, e o banco foi estatizado, assumindo oficialmente o status de Banco Central.
Nos moldes do Banco da Inglaterra, os outros bancos centrais da Europa também passaram por diversas fases de evolução até chegarem no nível de evolução atual, com o Banco Central Europeu.

Banco Central Inglês


Os papéis tradicionais de um banco central são:

  • Banqueiro do governo: é ele quem guarda as reservas internacionais em ouro ou moeda estrangeira do governo.


  • Autoridade emissora de moeda, ou monopólio de emissão: é o banco central quem, com exclusividade, emite ou autoriza a emissão de papel moeda daquele país.

  • Executor da política monetária e cambial: é o banco central quem insere ou retira moeda do mercado, regula as taxas de juros e regula a quantidade de moeda estrangeira em circulação no país. Essas operações são conhecidas como open market ou operações de mercado aberto, e consistem principalmente na compra e venda de títulos públicos ou de moeda estrangeira para instituições financeiras previamente escolhidas.

  • Banco dos Bancos, ou prestamista de última instância: o banco central provê empréstimos exclusivos aos membros do sistema financeiro a fim de regular a liquidez ou mesmo evitar falências que poderiam causar uma reação em cadeia de falências bancárias. Ele também mantém os depósitos compulsórios dos bancos comerciais, regulando assim a multiplicação da moeda escritural no mercado.
Além desses papéis, alguns bancos centrais (como por exemplo o Banco Central do Brasil) acumulam também o papel de supervisor do sistema financeiro.

Banco Central do Brasil

Fonte do texto: Wikipedia
Fonte das imagens: Google

"A maior parte dos americanos não compreende de todo a actividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim. Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschildse e os Warburgs da Europa e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb e Companhia, Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam é um mistério para a maior parte de nós. Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa são na realidade possuídos e controlados por interesses privados.
"Barry Goldwater (1909 – 1998)"


O Banco Central Americano (o FED) é 100% privado e cobra juros pelo dinheiro que "empresta" ao Governo dos EUA.

"Horace Jeremiah "Jerry" Voorhis (1901 – 1984)"


A Constituição dos Estados Unidos diz: "O Congresso terá o poder de criar moeda e regular o seu valor." O Congresso não faz tal coisa, o que constitui o cerne dos nossos problemas. Os bancos privados criam o nosso dinheiro e regulam o seu valor. Ao fazê-lo, eles retiram ao governo e ao povo dos Estados Unidos uma boa parte da soberania, uma boa parte do poder de cobrar impostos, e a chave para uma economia próspera sem inflação
                                                                             "Horace Jeremiah "Jerry" Voorhis (1901 – 1984)"


Agora que você tem noção do enorme poder e responsabilidade que um Banco Central representa para a soberania de seu país; não seria mais prudente que o governo  seja o gestor desse órgão, ao invés de uma sociedade anônima de banqueiros particulares?

Rommel Desert Fox

sábado, 8 de outubro de 2011

Primavera Americana


                                                                      

A primavera árabe, elogiada nos meios de comunicação como movimento popular pelo fim das tiranias naquela parte do mundo, pode estar se repetindo onde menos se esperava: no coração financeiro do planeta, de onde emana o modelo que o leva a um impasse de grandes proporções, que ameaça sua própria sobrevivência. O movimento "Ocupar Wall Street", embora ainda sem objetivos muito bem definidos e sem a mesma atenção midiática dispensada aos povos árabes, está colocando o dedo na ferida do capitalismo financeiro e arregimentando cada vez mais pessoas.
Manifestações pacíficas, aplaudidas em outros cantos do mundo, naturalmente não são bem-vindas no quintal norte-americano, ainda mais quando decidem acampar no distrito financeiro de Nova York. Na praça Tahir, pode, na Porta do Sol, vá lá, mas em Wall Street não. A democracia dos Estados Unidos tratou seus pacíficos cidadãos a cassetetes e gás de pimenta, quando se dirigiam ao local. Mais de 700 pessoas foram presas pelo "crime" de se manifestarem contra uma ordem mundial que causa crise, recessão e desemprego.
Mas o tiro está saindo pela culatra. Assim como nas praças árabes, a repressão gera mais mobilização, e diversas categorias profissionais aderem ao movimento. A solidariedade começa a se espalhar por outras cidades dos Estados Unidos e o movimento cresce, aparece e luta pelo que o presidente Obama não conseguiu. Inverter a ordem do jogo em que ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais numerosos. O desemprego nos EUA atinge cerca de 20 milhões de pessoas, enquanto os bônus nos grandes bancos e empresas movimentam fortunas ofensivas, principalmente em tempos de crise e déficit fiscal elevado.
Qualquer tentativa de elevação de imposto, taxação dos mais ricos ou algo que o valha é bombardeada pelos republicanos e pelo setor conservador da sociedade, que não entrega os anéis, mas periga perder os dedos. O movimento norte-americano se organiza pelas redes sociais e funciona de forma horizontal, sem lideranças definidas. Na praça Tahir também não havia lideranças claras, mas a persistência do povo egípcio derrubou o governo.
Os manifestantes norte-americanos não pedem a cabeça de Obama, mas em seu protesto ainda difuso está a revolta contra o domínio do capital financeiro sobre o país. Os americanos de lá perderam suas casas na crise do subprime e seus empregos no repique da convulsão econômica, da qual o país não conseguiu emergir. Para um país forjado por sua classe média deve ser insuportável conviver com tanta desigualdade social, ameaçando sua democracia política.
O movimento ainda irá enfrentar mais repressão policial e boicote midiático. Seu futuro é incerto. Mas pela solidariedade que tem despertado e o envolvimento de categorias de peso, como o sindicato nacional dos trabalhadores do setor siderúrgico (USW), com mais de um milhão de filiados, pode ganhar massa muscular e conquistar corações e mentes de um país que não se mobiliza de forma abrangente desde os protestos pelo fim da guerra do Vietnã.
Mair Pena Neto
Fonte: http://www.diretodaredacao.com/noticia/a-primavera-norte-americana

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Porque é tão importante compreender a conspiração 9 de setembro?



Acredito que nos encontramos num ponto em que as provas contra o governo americano no caso 9 de setembro já são irrefutáveis. A única teoria da conspiração é o relatório do governo americano sobre o caso, absurdo. Pois bem, a partir do momento em que nos conscientizamos que tamanha armação seja possível e que existem pessoas com tamanho poder e completa falta de escrúpulos capazes de fazê-la, tanto que a mídia internacional se quer questionou a possibilidade do "assassinato" do Sr.Bin Laden ter sido uma armação! Os grandes meios de comunicação mundiais SE QUER QUESTIONARAM a versão do presidente Obama. Engoliram tudo aquilo e ainda tiveram a audácia de repetir para o mundo tudo.

Vamos então as obesrvações do dia diante os fatos;

1- existe uma força monstruosa na humanidade totalmente sem escrúpulos e dignidade que está mentindo, enganando e parasitando o povo da Terra em benefício exclusivo.

2- está força mesquinha esta aficionada em mais dinheiro e mais poder

3- a mídia internacional (Isso inclui Rede Globo, Band,Record, Mtv, Discovery Channel, Cnn, New York Times, Time, National Geographic, Folha, Estadão, etc etc...), Todos os malditos canais da sua Tv a cabo, e todas as revistas da banca da esquina estão sob o comando desses homens mesquinhos.

Mas quem são esse homens? O que eles já causaram a Humanidade? De onde eles vieram? O que eles realmente querem? O que eles são capazes de fazer para atingir os seus objetivos? Como ocorre essa dominação?
Vamos, aos poucos, esclarecer essas questões nos próximos posts.
Por hoje, tente meditar sobre as questões e os fatos levantados e pesquisem, nunca acreditem no que dizem a vocês sem muita pesquisa e intuição.


"O mundo é um moinho e vai triturar seus sonhos mesquinhos"
Cartola

Compreender a conspiração 9 de setembro diante dos fatos é um primeiro passo para um novo olhar sobre os acontecimentos no mundo de hoje e do passado. 

Rommel Desert Fox 


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Building 7 opportunity


O homem já foi a Lua?
Não sei.
Paul McCartney está morto?
Não sei.
A AIDS foi criada pelo homem?
Não sei.
Foi a CIA que assassinou Kennedy? 
Não sei.
A versão oficial dos atentados de 11 de setembro não correspondem a realidade?
Com certeza! 




Infelizmente não consegui achar esse video com legendas em português. 

Apesar das milhares de vidas perdidas, os fatos ocorridos em 11 de setembro de 2001 e as provas irrefutáveis sobre a sua armação foram cruciais para o inicio do meu despertar. Deste ponto de vista o ocorrido em 2001 é uma oportunidade para todo o globo despertar. 
Quando você não pode mais negar para si mesmo, que realmente existem pessoas assustadoramente poderosas no mundo e sem o menor escrúpulos em matar, manipular e mentir, você passa a consumir a mídia de massa por uma outra perspectiva. Não mais a busca pela verdade, mas a busca do que "eles" querem que você acredite. 
O meu propósito com esse blog é investigar e compartilhar  informações de quem REALMENTE são essas pessoas e quais são seus planos para a humanidade.